sexta-feira, 22 de abril de 2011

Funk tá na moda!

Já faz algum tempo desde esse terrível fato. Quase todo o mundo já tinha se esquecido dessa história de pankdão, menos o povo lá do Rio e os frequentadores de Baile funk, mas aí, de repente, essa merda volta com tudo, e umas bandas estranhas apareceram fazendo o maior sucesso com direito até a clipe na MTV. Daí todo mundo começou a dizer que gosta e as meninas voltaram com aquela história medonha de ir pro baile funk sem calçinha (depois o povo se pergunta por que tem tanto filho sem pai por aí). O caso é que funk virou moda e era chique dizer que gosta de funk. Desse jeito eu prefiro ser brega mesmo, porque não consigo gostar de toda aquela putaria e aquela batida sem criatividade. Afinal de contas eu não sou cachorra, e eu sei que a p... da b... é minha, mas sinceramente não sinto vontade de sair cantando isso por aí, não. Cadê a poesia, a melodia encantadora, o instrumental arrepiante? Se não tem isso então não é música!


domingo, 30 de janeiro de 2011

Beijo nauseante ao som de um sertanejo “dor de corno”.

Faz um tempo que fui numa lanchonete com El Matador, e enquanto a gente comia, um casal na mesa de trás botou o celular no viva voz pra ouvir umas músicas que dava até vontade de chorar e implorar, pelo amor de Deus, que eles desligassem aquilo, daí a gente começou a ouvir uns ruídos, uns barulhos estranhos, e não era que os dois estavam beijando? E fazendo barulho, tipo avisando pra todo o mundo, “Olha, eu tô beijando, enquanto vocês comem eu tô beijando”. Tá, como se alguém quisesse mesmo saber, o fato é, foi a maior agarração, deu a maior vergonha alheia mesmo, o rapaz que fica limpando as mesas passou por eles várias vezes, acho que ele queria que eles parassem o beijo pra poder falar sobre a música terrível mas o coitado estava visivelmente constrangido. Eu quase fui até lá algumas vezes pra perguntar se eles nunca ouviram falar de fones de ouvido, porque ninguém é obrigado a aguentar o mal gosto musical alheio, mas como dizem por aí que os incomodados que se mudem, e eu detesto barraco, nós tratamos de comer logo e fugir. Do sertanejo "dor de corno" e do beijo barulhento. É sério, o barulho da sucção, os estalos e todo o resto deixou a gente meio nauseado. E pra piorar, eles nem eram clientes, só tavam mesmo ocupando o lugar.

Amiga FURA OLHO...


Ah, é, a boa e velha amiga FURA OLHO. No meu caso, ex-amiga FURA OLHO. Nossa, a gente foi amiga por muito tempo, daí eu comecei a sacar que ela era bem aquele tipinho, “mui amiga”.


Bom, pra começar, o típico: Ela era daquele tipo que você pergunta como tá a maquiagem e o cabelo, e ela diz que você tá ótima, daí você vai no banheiro e vê que o delineador tá meio borrado, meio estranho, e que seu cabelo tá meio arrepiado, bagunçado pelo vento ou algo assim, tipo fuá ( é isso mesmo?), então você pergunta porque ela não avisou e ela só diz que nem prestou atenção. Mas a verdade é: Ela não avisa pra você ficar feia e os caras só repararem nela! Até Paris Hilton avisa as amigas nessas situações.


A FURA OLHO também era do tipo que quando conhecia um amigo meu, queria ser mais amiga dele do que eu era. Ela ficava flertando, mas não só com os amigos, era com a maioria dos caras, e olha que ela tinha namorado, mas quando eles queriam ficar com ela, ela se fazia de desentendida.


Sempre que a gente saía juntas, quando um carinha ficava olhando ela jurava que era pra ela e ficava toda estranha quando algum pedia pra ficar comigo. É que ela tinha "complexo de gostosa", como era mestiça de japonês com italiano, vivia dizendo que os caras preferem as mestiças porque eles imaginam que elas tem algo de especial. Alguém aí sabe se isso é verdade? Pra mim é tipo a história das ruivas, aquela que alguns caras preferem as ruivas porque ela tem algo de diferente. O quê? A cor do cabelo?


Enfim, a FURA OLHO também tinha uma maniazinha chata de ficar falando mal do El Matador, quer dizer qual é a garota que gosta de ouvir as amigas falando mal do namorado? é quase tão ruim quanto descobrir que a amiga tá a fim do seu namorado. Bom, além disso, por algum motivo estranho ela tinha umas fantasias malucas com ele e ainda tinha coragem de me contar. Mas eu acabei descobrindo que, assim como ela fazia com algum dos meus amigos, ele só falava mal do El Matador porque não podia tê-lo. Era sempre assim, ela odiava os caras que não podia ter.


Demorou até, mas eu acabei descobrindo que mal a conhecia, e olha que a gente já se conhecia há uns cinco anos e ela sabia quase tudo sobre mim. É eu sempre fui assim, mania de falar de mais, me abrir sinceramente pras pessoas, acreditar nelas e deixá-las me conhecer muito mais que o necessário... Quanta ingenuidade... Mas acho que depois de ter os olhos furados, qualquer um aprende a não ser tão boboca.


Lady

Ônibus... Essa palavra já diz tudo

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Eu realmente odeio ônibus. Tá, também não é assim, eu odeio mesmo as pessoas! Eu explico. Quando o ônibus tá vazio eu nem me importo, afinal dá pra ir sentada e sem nenhuma experiência desagradável com um ser humano desprezível. Ah, é sim, eu odeio pessoas de ônibus porque elas têm certas manias realmente estranhas (tá, talvez seja mesmo da natureza humana as manias estranhas quando se está em grupo). Por exemplo, tem aquelas pessoas que ficam me encarando e me olhando dos pés a cabeça quando entro nos ônibus, El Matador diz que é porque meu visú é único e porque tenho cara de superioridade e metida (mas eu não sou metida, não, viu?!). Tem gente que empurra os outros pra entrar no ônibus primeiro, mesmo que ele esteja lotado, como se pudesse garantir um lugar melhor pra ficar espremido entre os outros cidadãos. Tem aqueles que levantam três pontos antes de descer e ficam empatando a passagem daí a pessoa acaba não conseguindo passar e tem que descer no ponto errado.


Uma vez até me disseram “Tem outro ponto lá na frente.” Nossa, meu sangue ferveu. Daí eu disse: “É óbvio, não é? A gente tá na metade do caminho, então é provável que ainda tenha uns dez pontos mas eu não preciso descer em nenhum deles, eu queria descer naquele!”. As pessoas acham que sou muito estressada, teve até uma época que meu apelido na escola era Nervosinha. Mas o que eu acho mesmo é que Deus não me deu muita paciência. Bom, também não posso esquecer daquelas pessoas que empurram os outros pra sentar no lugar que ficou vago, isso é bastante frustrante, eu geralmente penso “Vai sua desesperada!”, é que normalmente são mulheres que fazem isso. AH, é, também tem aquelas mulheres que saem com seus pirralhos folgados que assim que entram no ônibus lotado começam “Mãe, eu quero sentar... Eu quero sentar mãe... Buá, buá, buá...”, daí a maldita da mãe resolve ficar parada bem do lado da pessoa e todo o mundo do ônibus fica encarando e lançando aqueles olhares de censura, querendo que a pessoa levante pra criançinha folgada, coitadinha, se sentar e calar a boca. Tá mas, porque eles não oferecem seus lugares? E aqueles folgados que ficam empoleirados nos acentos reservados? Eles é que deviam deixar os pirralhos folgados sentarem!


Mas isso não é nada, tem coisa bem pior, tipo ônibus superhipermegalotado de manhã bem cedo, tem aqueles caras tarados e desesperados que fazem questão de ficar se esfregando no bumbum da pessoa, fungando no cangote, passando a mão no peito disfarçando que queria segurar nas barras de ferro. Ah, fala sério, né? E a pessoa nem pode dar porrada, não tem espaço, se tentar acaba acertando o cotovelo na coitada da mulher que tá do lado. Também tem aquelas mulheres com aquelas bundas gigantes que parece que fazem questão de espremer a pessoa contra as barras de ferro ou contra as pessoas que estão sentadas. Ah, é muito ruim ter o espaço íntimo invadido desse jeito, li num livro de linguagem corporal uma vez que isso deixa as pessoas hostis, ter seu espaço íntimo invadido sem permissão. E Eu fico mesmo muito hostil, tenho o maior nojo de qualquer ser humano encostando, se esfregando, fungando... Sem falar que tem um monte de gente fedida em ônibus, né? Nossa, tem épocas que até parece que as pessoas fedidas resolvem se enfiar no mesmo ônibus e no mesmo horário, tipo em dias de muito calor e dias de chuva. Outro dia uma garota com o cabelo molhado preso numa trança passou perto de mim e meu braço ficou úmido, daí eu passei a mão pra limpar e depois de algum tempo percebi que minha mão tava fedendo, aquela maldita com a trança molhada tava com o cabelo podre, só pode! Uma vez aconteceu de um daqueles roqueiros barbudos que usam camiseta sem manga e tem pelo no suvaco que dá pra fazer uma trança e tanto, resolver ficar perto de mim no ônibus, eu tava em pé, toda limpinha e cheirosinha, com cabelo lavado ainda meio molhado, só que o tiozão tava com os braços levantados segurando nas barros de ferro do teto do ônibus, ele tava muito suado e a floresta do suvaco tava úmida, quase pingando,ai ai... Toda vez que o ônibus acelerava, ou parava abruptamente e meu corpo sacudia, minha cabeça ia parar no suvaco do tiozão roqueiro, deu mó tristeza, sabe... Lá se foi a Lady cheirosinha de cabelo limpinho... Sem falar no nojo, né? É que o ônibus tava lotado e eu não podia mudar de lugar.


Antes que eu me esqueça, tenho que citar que, ás vezes ficar sentado também tem suas desvantagens. Tipo quando a pessoa fica no acento do corredor e tem alguém barrigudo em pé do lado, daí de vez em quando a pança vem pra cima da pessoa, empurrando pra cima da pessoa do acento da janela, ou se esfregando no cabelo e na bochecha da pessoa... E também os caras que ficam encostando as “partes” no ombro e na cabeça da pessoa (que nojo), algumas vadias também ficam, de propósito, encostando as coxas nojentas no braço e as “partes” no ombro da pessoa, só porque a pessoa não se ofereceu pra segurar sua bolsa. Ah, eu não me ofereço mesmo, não, afinal ninguém nunca se oferece pra segurar a minha!


Ah, também tem os incidentes com furtos, que é muito chato. Quando eu tava indo pro trabalho de manhã, minha mochila tava cheia e bem pesada, e o ônibus tava tão lotado que eu entrei com ela nas costas e não tinha espaço pra tirar ou virar ela pra frente, e nenhum infeliz se ofereceu pra segurar ela, dai só quando pude sentar percebi que meu celular novinho tinha sido roubado. Nossa, como eu chorei, mas nem foi muito por causa do celular que eu chorei, foi por causa do chaveirinho, era um micro ursinho de pano amarelo pálido que mexia os braçinhos e as perninhas e segurava um coraçãozinho azul com a palavra LOVE, foi El Matador quem me deu, no celular também tinha uma borboleta azul linda, um adesivo transparente que El Matador também me deu, sem falar que também fiquei bem triste porque perdi uma foto de uma rosa branca e linda que eu tinha tirado e uma mensagem de El Matador que eu ainda não tinha lido, e era importante porque a gente tava meio chateado um com o outro...


E aquele povo que vai se amontoando no fundo do ônibus, empatando a passagem até a porta sendo que só vai descer no final? Eu prefiro nem fazer comentários...


Também é bastante irritante o fato de mesmo que o ônibus esteja lotado e não tenha espaço nem pra um alfinete, tem gente que fica pedindo licença, dizendo pra pessoa ir mais um pouquinho pra lá. Pra lá pra onde? Pro colo do tiozão que tá sentado ou pra cima dos ombros do rapaz que tá do lado, espremido entre a pessoa, e mais um monte de gente atrás na frente e dos lados dele? Ah, pelo amor de Deus...


Lady

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Olhar de Anjo








Uma rosa num jardim em preto e branco

Uma gota de felicidade num oceano de lágrimas

Uma vida inteira em uma simples foto


Detalhes que se perdem no mais perfeito traço

Na curva de um pequeno laço

Ou na emoção de um simples abraço


Sentimentos guardados em uma pequena caixa

Enevoados pelo simples fato

De não poder senti-los


Quando uma lágrima cai

A vida se esvai

Como um detalhe se perdendo em meus braços

Um detalhe de seu doce abraço...
                               El Matador

O que você acha se eu chutar o seu...



Eu odeio aquelas pessoas que ficam balançando o pé e acabam chutando o acento de quem está na frente. Acontece no ônibus e em outros lugares também, mas é principalmente no cinema. Me aconteceu algumas vezes, mas algumas pessoas percebem e param depois de ouvirem minhas ameaças em tom hostil e meus comentários maldosos. Já tive vontade de virar pra trás e meter a minha bolsa na cara da abestalhada que ficou fazendo isso quase durante o filme inteiro. Tá, eu até podia falar com a maior educação, mas... Euzinha não fico chutando acentos alheios, eu tenho noção que isso é insuportavelmente irritante, então já pra não ser um ogro de tão grossa enquanto tentava ser educada, eu preferi não falar nada, e só matá-la na minha imaginação. Pensei algumas vezes em quando o filme acabasse, eu ficar de olho e me aproximar do abominável ser no corredor, cutucar o ombro e dizer; “ Já que você passou o filme todo chutando meu acento, o que você acha se agora eu chutar o seu...”

Também me irrita bastante aqueles toscos que ficam falando alto de mais e comentando coisas óbvias ou sem sentido algum e sem graça durante os filmes, e aquelas turmas que riem tão alto que até parece que estão rindo por todos no ônibus, auto afirmação é mesmo triste... Eu sei que quando me empolgo ou me irrito falo um pouco alto sim, mas... Tem gente que exagera e eu sinto vergonha alheia, saio até de perto se puder porque a pessoa faz tanto barulho falando tanta merda que, mesmo com fones e a música quase no último volume, não consigo escutar nem meus próprios pensamentos.

Outra coisa muito chata é gentinha enxerida. Tipo aquelas pessoas que ficam prestando atenção na conversa dos outros no ônibus, e o pior, ainda tem coragem de se aproximar mais pra ouvir melhor, rir das piadas e ficar olhando descaradamente, só falta se incluir na conversa. Sem falar que se a conversa for com termos que só os envolvidos conhecem, com frases pela metade e palavras de duplo sentido, os intrometidos entendem tudo errado, uns fazem cara feia e outros se interessam mais ainda, é quando pensam que o assunto é sobre sexo. Isso até que é hilário, me faz rir um bocado, aqueles tapados nem sabem do que a pessoa tá falando e começam a imaginar, daí riem ou fazem careta, quando percebo só posso mesmo é rir. Também é engraçado quando eles não percebem que o assunto é só brincadeira e se assustam. Já tive experiência com os dois tipos de situação. Quando El Matador e eu ficávamos brincando de assassinos profissionais, conversando sobre “a última vítima”, o que foi feito da arma do crime, onde foi enterrado o corpo, que cor de roupa é melhor usar nessa profissão, as pessoas nos pontos de ônibus saíam de perto e nos ônibus geralmente mudavam de lugar, a gente ficou com medo que um dia alguém levasse a brincadeira a sério mesmo e chamasse a polícia... Vai saber... Mas era divertido, eu costumava me gabar que matei uma família inteira só com meu dedo mindinho.

E também teve uma vez em que tava no ônibus com minha ex amiga FURA OLHO, e a gente tava falando sobre as ligações telefônicas de nossos namorados e como era diferente quando eles estavam bravos. Mas a gente costumava usar termos próprios e durante a conversa acho que surgiram algumas palavras de duplo sentido, porque um cara que tava perto se aproximou mais e não parava de rir, depois ela parou pra pensar e percebeu que parecia que a gente tava falando de sexo em voz alta, e algo que provavelmente a maioria das pessoas não teria coragem de falar em voz alta no meio de um ônibus lotado.


                                                                       lady


Prós e contras... Matador eu no cinema!

Ah! Eu nunca nem pensei em ir no cinema sozinha, é tipo comer sozinha, tão deprimente... Sempre vou com El Matador. Óbvio que eu também nunca pensei em deixar ele ir sozinho. Nele eu confio, mas nas malditas que estão sempre dispostas a fazer a dança do acasalamento pra qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar é que eu não confio, se até quando tô junto tem umas folgadas que olham de um jeito que até parece que vão se atirar nos braços dele, imagina se eu deixar ele sozinho, e no cinema... Acho que ele pensa o mesmo sobre me deixar sozinha por aí... Mas assim como em quase tudo, somos muito parecidos no fato de quase não termos amigos. Ele tem alguns poucos, mas sempre prefere sair comigo, e eu... Já não tenho mais nenhum. Ele foi o único amigo que restou e por isso tem que aguentar minhas loucuras em dose dupla, como melhor amigo e namorado.


O lado bom de sempre ir no cinema com ele, é que nenhum manézão se achando o tal vai se aproximar pensando que tá com tudo pra dar em cima de mim, e eu não vou precisar desperdiçar o meu veneno e minha preciosa saliva dando o maior e mais cruel fora que um cara já levou. E também nenhuma cachorra vai dar em cima nem se jogar em cima dele.


O lado ruim é que em alguns momentos do filme, com certos atores, sinto falta de ter uma amiga pra ir no cinema, pra ouvir meus tolos comentários, afinal tenho de ficar com a boca fechada se não quiser enfrentar O OLHAR de El Matador. Mas eu sempre faço os benditos comentários porque é graçinha mesmo, tipo quando fui ver “Constantine” com ele, naquela cena em que o Keanu corta os pulsos e fala com Deus, ele diz algo como: “... Sei que não sou bem vindo em sua casa...” sei lá. Dai eu comentei: “Você pode entrar na minha sempre que quiser...”, mas claro que El Matador não achou engraçado, me deu um tapa (de leve no ombro. A gente sempre faz isso de brincadeira pra mostrar que não gostou do que o outro fez).


Acho que, na verdade, esse é o único contra. A gente gosta do mesmo tipo de filme, então nunca tem discussão porque um não quer ver o filme que o outro escolheu. Claro que como sou muito chata, às vezes não fico muito feliz de ir ver o filme que ele quer tanto, porque me parece que não vai prestar, mas gosto de agradá-lo e acho que não custa nada acompanhar (ele vai pagar mesmo). só que deixo bem claro que só vou porque ele quer e que se o filme for ruim a idéia foi toooooda dele, mas no fim das contas acabo gostando, Aconteceu com “Homem de ferro” e “Transformers”.


Ele já é mais gentil comigo, aceita ir de boa, mas acredita que o filme não vá agradá-lo e acaba se surpreendendo. Aconteceu com “Jumper”. Se bem que ele demorou pra confiar no meu gosto cinematográfico...


                          lady